Quando saberemos?
Quando andaremos livres de dores
não mais cabíveis?
Quando as bocas ingenuas se calaram
de palavras pequeninas embriagantes
de veneno pouco e poderoso?
Não me olhe nos olhos pois agora
não quero que vejas minha alma...
Muito menos quero vê-la...
Não ouses tanta intimidade pois
me sinto uma estranha... teu corpo...
teus cabelos aquele cheiro tão seu
se colocam como estranhos no ninho.
Te digo que não se preocupe com qualquer
ferida que tenha se aberto em meu peito
pois já fui atriz dessa peça tão batida...
As feridas já não se abrem mais a qualquer
escorregão da Senhora Destino...
Viva os benditos malditos corações vagabundos.
Apenas alguém que precisa dizer algumas palavras... Necessidade de leitores? Talvez não... fiquem a vontade...
domingo, 27 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
Passarinhos que se escondem nas grandes nuvens...
Aquela sensação de cair do alto... voar...
Me deixa voar e cair... me arriscar nas danças malucas
do meu corpo...
Um copo grande de vidro...
Imagens em fotografias ou cenas cinematográficas...
Amor estranho... Estranho amor...
Eu sinto grandes unhas rasgarem minhas entranhas que se
reconstroem e voltam a ser rasgadas...
Além de uma grande gargalhada sinto um gosto bom nos lábios...
Eu já te disse que me cansei de cenas passadas...
Existe em mim apenas uma vontade de mundo...mudo...mudanças.
Aquela sensação de cair do alto... voar...
Me deixa voar e cair... me arriscar nas danças malucas
do meu corpo...
Um copo grande de vidro...
Imagens em fotografias ou cenas cinematográficas...
Amor estranho... Estranho amor...
Eu sinto grandes unhas rasgarem minhas entranhas que se
reconstroem e voltam a ser rasgadas...
Além de uma grande gargalhada sinto um gosto bom nos lábios...
Eu já te disse que me cansei de cenas passadas...
Existe em mim apenas uma vontade de mundo...mudo...mudanças.
Se eu pudesse voar pra onde iria?
Talvez voaria pra longe de sentimentos
que me corroem... moem e me deixam
largada pela terra úmida...
A respiração que não se cala, ao contrario
disso só aumenta. E aquele nó entalado na
garganta que já se acostumou a tal sensação...
Por que sentir dessa podridão?
Me deixa ser livre desse clichê de sentimentos e sensações...
Me deixa não saber pra onde voar...
Me deixa que eu te deixo...
Ou fui deixada... te deixei...
Talvez voaria pra longe de sentimentos
que me corroem... moem e me deixam
largada pela terra úmida...
A respiração que não se cala, ao contrario
disso só aumenta. E aquele nó entalado na
garganta que já se acostumou a tal sensação...
Por que sentir dessa podridão?
Me deixa ser livre desse clichê de sentimentos e sensações...
Me deixa não saber pra onde voar...
Me deixa que eu te deixo...
Ou fui deixada... te deixei...
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Hoje não existe palavra que possa dizer o que ocorre
na explosão em que se coloca meu pobre pensamento...
Sinto o sangue correr por minhas veias...
Sinto quando chega ao coração e bombeia os batimentos...
Batimentos... palavra que não tem sentido...
Sentido de que?
Algo esta sendo sentido?
Faz algum sentido?
Talvez esteja enlouquecendo..
Apenas isso...
Ou talvez esteja mais lucida que o lucido...
Já não separo real de surrealismo...
Já não consigo mais não ver os quadros...
Já não consigo ficar aqui sem voar pra algum lugar
que me de liberdade... segurança... risco...
não existem mais palavras corretas encaixáveis...
não existem mais palavras corretas encaixáveis...
Já não sei... continuo os velhos poemas de boteco?
Ou aquele leve sopro dionisíaco...
Ou aquele leve empurrão no cálice de vinho...
Ou aquela leve degustação bacântica...
Ou aquele leve sopro dionisíaco...
Ou aquele leve empurrão no cálice de vinho...
Ou aquela leve degustação bacântica...
Me perco no avesso de um berro pelo aterro pelo desterro
de Caetano...
de Caetano...
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Os muros se romperam...
Os clássicos voltaram aos meus ouvidos...
E as línguas bailaram...
E as mão percorreram aquele corpo...
O desejo de desvendar aqueles mistérios...
Desvendados foram?
Não, apenas o incio de uma busca de mistérios e desejos...
Vontades que transbordam a razão e o pensamento...
Agora mais que nunca desejo toca-la...
Te vejo nua andado por serras desconhecidas...
Te desfruto me desfrutas...
Degustações...
Os clássicos voltaram aos meus ouvidos...
E as línguas bailaram...
E as mão percorreram aquele corpo...
O desejo de desvendar aqueles mistérios...
Desvendados foram?
Não, apenas o incio de uma busca de mistérios e desejos...
Vontades que transbordam a razão e o pensamento...
Agora mais que nunca desejo toca-la...
Te vejo nua andado por serras desconhecidas...
Te desfruto me desfrutas...
Degustações...
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Quadros de uma nova surrealidade...
A personalidade de uma fera que não se doma...
A musicalidade de um corpo que dança...
A criatividade que se aflora nos detalhes gerais...
A respiração em crescente desejo...
Os olhos que fecham em cenas em branco e preto
e se abrem em explosões de cores sem sentido...
A poesia falada na esquina de um boteco qualquer...
O teatro que se apresenta a humanidade diariamente...
E o vento que leva a cura da ansiedade que Cronos
faz questão de colocar em mim.
A personalidade de uma fera que não se doma...
A musicalidade de um corpo que dança...
A criatividade que se aflora nos detalhes gerais...
A respiração em crescente desejo...
Os olhos que fecham em cenas em branco e preto
e se abrem em explosões de cores sem sentido...
A poesia falada na esquina de um boteco qualquer...
O teatro que se apresenta a humanidade diariamente...
E o vento que leva a cura da ansiedade que Cronos
faz questão de colocar em mim.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
A paciência que é minima
se esgota a cada dia de você...
Se for te esperar para aquela conversa
que nunca vai acontecer te esperarei
pra sempre...
Te esperarei em quanto você viaja em
seus propósitos...
Nossos propósitos?
Pra mim já estão sumindo de minha
mente...
Duro muito duro pensar assim mas
já não somos nem pensamos como antes...
Vá seguindo seu caminho dai que eu sigo o meu
daqui quem sabe não nos encontramos?
Duro e dolorido na verdade...
E o que é pior de tudo...
Eu odeio esperar...
Já não posso esperar...
Esperar me irrita...
se esgota a cada dia de você...
Se for te esperar para aquela conversa
que nunca vai acontecer te esperarei
pra sempre...
Te esperarei em quanto você viaja em
seus propósitos...
Nossos propósitos?
Pra mim já estão sumindo de minha
mente...
Duro muito duro pensar assim mas
já não somos nem pensamos como antes...
Vá seguindo seu caminho dai que eu sigo o meu
daqui quem sabe não nos encontramos?
Duro e dolorido na verdade...
E o que é pior de tudo...
Eu odeio esperar...
Já não posso esperar...
Esperar me irrita...
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