Apenas alguém que precisa dizer algumas palavras... Necessidade de leitores? Talvez não... fiquem a vontade...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Soul...
Soul criança...
Soul guerreira...
Soul brincalhona...
Soul amor...
Soul paz...
Soul vida...
Soul paixão...
Soul nuvens alaranjadas...
Soul carne e osso...
Soul percistente...
Soul...
Soul guerreira...
Soul brincalhona...
Soul amor...
Soul paz...
Soul vida...
Soul paixão...
Soul nuvens alaranjadas...
Soul carne e osso...
Soul percistente...
Soul...
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Ontem no céu aviam nuvens azul alaranjadas...
Fiquei totalmente apaixonada por elas...
Olhei-as por tempo indeterminado...
Senti o que a muito não sentia...
A liberdade, totalmente livre...
Como aquele passaro liberto de poemas antigos...
Como a criança que fazia seus brinquedos sobre aquelas tardes...
Como a muito não avia sentido...
Quero agarrar essas nuvens alaranjadas...
Quero esse sentimento sempre dentro de mim...
Quero que a batalha entre o amor e a liberdade comece!
Quem vencera?
Pois é meus caros espero que as duas
mas isso só cronus pra nos contar...
Fiquei totalmente apaixonada por elas...
Olhei-as por tempo indeterminado...
Senti o que a muito não sentia...
A liberdade, totalmente livre...
Como aquele passaro liberto de poemas antigos...
Como a criança que fazia seus brinquedos sobre aquelas tardes...
Como a muito não avia sentido...
Quero agarrar essas nuvens alaranjadas...
Quero esse sentimento sempre dentro de mim...
Quero que a batalha entre o amor e a liberdade comece!
Quem vencera?
Pois é meus caros espero que as duas
mas isso só cronus pra nos contar...
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Vontade de escrever coisas não poéticas talvez...
Agora nesse exato momento sinto algumas dores musculares bem intensas...
Na TV ou geladeira de imagens (Tiago Branco) um homem velho de sobrancelhas enormes fala algumas palavras em puro francês...
Eu escrevo...
A porta balcão da sala está totalmente aberta...
O cachorro entra pela sala com uma cara de "não fui eu"...
A mãe sentada na cozinha escolhe os feijões de amanhã...
As dores me lembrando o tempo todo que estão aqui cravadas sobre meu joelho...
Logo ao lado da porta vejo uma parte do automóvel...
Surge em minha mente o pensamento:
Deitar e ouvir musica... Deitar e ouvir musica...
Postarei... e ao pedido cerebral atenderei...
Agora nesse exato momento sinto algumas dores musculares bem intensas...
Na TV ou geladeira de imagens (Tiago Branco) um homem velho de sobrancelhas enormes fala algumas palavras em puro francês...
Eu escrevo...
A porta balcão da sala está totalmente aberta...
O cachorro entra pela sala com uma cara de "não fui eu"...
A mãe sentada na cozinha escolhe os feijões de amanhã...
As dores me lembrando o tempo todo que estão aqui cravadas sobre meu joelho...
Logo ao lado da porta vejo uma parte do automóvel...
Surge em minha mente o pensamento:
Deitar e ouvir musica... Deitar e ouvir musica...
Postarei... e ao pedido cerebral atenderei...
domingo, 31 de janeiro de 2010
Não me mostre o que não quero entender...
As banalidades vão aparecendo
conforme o corpo vai se cansando...
Eu realmente não quero ver as coisas que machucam...
Peço por um instante um momento de paz...
Que os sentimentos todos relaxem apenas isso...
Me deixe viva... venha me cuidar...
Que aquele momento em que deitei sobre tuas pernas
para mergulhar profundo nos olhos teus
não morra nunca dentro do teu órgão que bate...
Eu sei que não morrera...
Pois existiram momentos de falhas...
Sim eu consegui sentir o sentimento que vem dai...
As banalidades vão aparecendo
conforme o corpo vai se cansando...
Eu realmente não quero ver as coisas que machucam...
Peço por um instante um momento de paz...
Que os sentimentos todos relaxem apenas isso...
Me deixe viva... venha me cuidar...
Que aquele momento em que deitei sobre tuas pernas
para mergulhar profundo nos olhos teus
não morra nunca dentro do teu órgão que bate...
Eu sei que não morrera...
Pois existiram momentos de falhas...
Sim eu consegui sentir o sentimento que vem dai...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Mais um pouco de Neruda...
Não tenho nunca mais, não tenho sempre. Na areia
a vitória deixou seus pés perdidos.
Sou um pobre homem disposto a amar seus semelhantes.
Não sei quem és. Te amo. Não dou, não vendo espinhos.
Alguém saberá talvez que não teci coroas
sangrentas, que combati o engano,
e que em verdade enchi a preamar de minha alma.
Eu paguei a vileza com pombas.
Eu não tenho jamais porque distinto
fui, sou, serei. E em nome
de meu mutante amor proclamo a pureza.
A morte é só pedra do esquecimento.
Te amo, beijo em tua boca a alegria.
Tragamos lenha. Faremos fogo na montanha.
(Pablo Neruda. Cem sonetos de amor.)
Não tenho nunca mais, não tenho sempre. Na areia
a vitória deixou seus pés perdidos.
Sou um pobre homem disposto a amar seus semelhantes.
Não sei quem és. Te amo. Não dou, não vendo espinhos.
Alguém saberá talvez que não teci coroas
sangrentas, que combati o engano,
e que em verdade enchi a preamar de minha alma.
Eu paguei a vileza com pombas.
Eu não tenho jamais porque distinto
fui, sou, serei. E em nome
de meu mutante amor proclamo a pureza.
A morte é só pedra do esquecimento.
Te amo, beijo em tua boca a alegria.
Tragamos lenha. Faremos fogo na montanha.
(Pablo Neruda. Cem sonetos de amor.)
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