O descontrole da minha alma se coloca
no espaço, explode sai de dentro de
minhas entranhas dilaceradas...
Meu corpo estremesse todo meu
ser que não consegue se concentrar...
O amor me joga no obscuro mais uma
vez...
Me sinto exausta, me sinto pouca não sinto
pois estou em um estado anestésico...
Meu cérebro já não consegue seguir uma
linha de raciocínio.. minhas lagrimas já
não conseguem se prender, se sustentar
escorrem pelo meu rosto livremente tentado
sanar um pouco dessa dor tão latente.
Hoje consigo entender que meu corpo não sabe,
não pode, não deve gostar de ninguém porque
não sabe, porque se perde, porque não consegue
separar amor de dor.
Apenas alguém que precisa dizer algumas palavras... Necessidade de leitores? Talvez não... fiquem a vontade...
sábado, 13 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Curupira
Não esqueço, escrevo tudo
o que além das minhas raízes
podem ter memória...
Coisas não são escritas muito
menos lidas. São sentidas, sentinelas
estelares que voam de vagar, sentindo
a brisa tocar em suas latarias brilhantes.
Roupas brancas sujas de terra vermelha
no varal, porque a necessidade de expandir,
de se soltar de sair foi tanta, foi muita, foi solta.
o que além das minhas raízes
podem ter memória...
Coisas não são escritas muito
menos lidas. São sentidas, sentinelas
estelares que voam de vagar, sentindo
a brisa tocar em suas latarias brilhantes.
Roupas brancas sujas de terra vermelha
no varal, porque a necessidade de expandir,
de se soltar de sair foi tanta, foi muita, foi solta.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Os pés na grama verde,
o lago logo a frente, a
brisa que brinca contente.
O cheiro de alecrim.
O cheiro do manjericão.
O céu explodindo de azul
e o querido sol fortalecendo
em toda sua plenitude alguns
corações.
Cores, cheiros alguns sabores
adocicados na memória inquieta
na saudade esperta e na paciência
bondosa.
o lago logo a frente, a
brisa que brinca contente.
O cheiro de alecrim.
O cheiro do manjericão.
O céu explodindo de azul
e o querido sol fortalecendo
em toda sua plenitude alguns
corações.
Cores, cheiros alguns sabores
adocicados na memória inquieta
na saudade esperta e na paciência
bondosa.
sábado, 12 de janeiro de 2013
A respiração a dias esta inquieta...
Indecisa entre o céu e a terra...
As entranhas, revirando e revirando,
formando um tipo de daça circular
dentro daquele ser que já não consegue
se levantar.
Foi consumido por todas aquelas sensações
que se perdem entre delicias e delírios.
A lua a dias não me deixa respirar...
Simplesmente me invade com seu brilho
deixando um gosto tão bom que me
faz viciar, me faz leve e rasgada de sensações
de sentimentos imprecisos. E, ao mesmo tempo
que meu corpo é invadido e se deixa dançar, ele
se guarda em sua pequena caixa de pandora pois
o amor quando rapido chega e acerta em cheio, é como uma
flecha penetrando a carne, arde e machuca, amedronta os olhos
que vêem aquele liquido espeço escorrendo pelo corpo e pela
terra invadindo o universo.
Indecisa entre o céu e a terra...
As entranhas, revirando e revirando,
formando um tipo de daça circular
dentro daquele ser que já não consegue
se levantar.
Foi consumido por todas aquelas sensações
que se perdem entre delicias e delírios.
A lua a dias não me deixa respirar...
Simplesmente me invade com seu brilho
deixando um gosto tão bom que me
faz viciar, me faz leve e rasgada de sensações
de sentimentos imprecisos. E, ao mesmo tempo
que meu corpo é invadido e se deixa dançar, ele
se guarda em sua pequena caixa de pandora pois
o amor quando rapido chega e acerta em cheio, é como uma
flecha penetrando a carne, arde e machuca, amedronta os olhos
que vêem aquele liquido espeço escorrendo pelo corpo e pela
terra invadindo o universo.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Sombras invadem, se formam nas entranhas labirínticas de mim...
meus movimentos não conseguem mais parar de
se mexer num ritmo em que
já não posso mais controlar ou talvez nunca ouve
um controle, ou talvez nos controlamos, nos seguramos
de mais...
Se hoje essa dança de braços livres e braços presos
se coloca num ritmo frenético é porque
dancei, corri, pulei e toquei aquelas placas
de ruas sofridas que mais uma vez vai ficar
apenas guardado em algumas memórias...
meus movimentos não conseguem mais parar de
se mexer num ritmo em que
já não posso mais controlar ou talvez nunca ouve
um controle, ou talvez nos controlamos, nos seguramos
de mais...
Se hoje essa dança de braços livres e braços presos
se coloca num ritmo frenético é porque
dancei, corri, pulei e toquei aquelas placas
de ruas sofridas que mais uma vez vai ficar
apenas guardado em algumas memórias...
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Quero outras fendas pra poder me encontrar,
me esconder.
Será que eu devo gritar?
Será que eu devo me calar?
Será que seria melhor parar de pensar?
Será que seria melhor parar pra pensar melhor?
Quero seguir o caminho da desconstrução. Já
conheço esses movimentos, já se integraram
no meu corpo. Por isso quero desconstruir, criar a partir
desses... mas como posso? Como ignorar essas
sensações, esses medos e desejos que surgem
com os movimentos? Como mudar? Como criar
a partir sem sentir?
Sem deixar com o que me move cresça?
Acho que quero gritar sim.
Acho que também devo me calar, talvez um
grito de silêncio.
Sim um grito de silêncio para que assim eu
possa encontrar uma pequena fenda.
me esconder.
Será que eu devo gritar?
Será que eu devo me calar?
Será que seria melhor parar de pensar?
Será que seria melhor parar pra pensar melhor?
Quero seguir o caminho da desconstrução. Já
conheço esses movimentos, já se integraram
no meu corpo. Por isso quero desconstruir, criar a partir
desses... mas como posso? Como ignorar essas
sensações, esses medos e desejos que surgem
com os movimentos? Como mudar? Como criar
a partir sem sentir?
Sem deixar com o que me move cresça?
Acho que quero gritar sim.
Acho que também devo me calar, talvez um
grito de silêncio.
Sim um grito de silêncio para que assim eu
possa encontrar uma pequena fenda.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Tenho andado muito longe,
lugares muito distantes, distante
de algumas ideias que me fazem
pensar de mais em alguns instantes.
Talvez esteja "me guardando pra quando
o carnaval chegar" e ele talvez nem chegue
mais.
Ando me perdendo e me encontrando
á cada embaralhada nas imagens do destino.
Hoje tive vontade de chorar e chorei, chorei
para poder aliviar alguma coisa presa dentro
de mim, os dias tem passado como dias bons,
dias de sol e mesmo assim sinto falta de sentir
alguma coisa.
Sinto falta de uma parte de mim que me da coragem
para levantar todas as vezes que caio, sinto um vazio
cortante invadindo minha solidão calada, sinto um leve
gosto de nada e a angustia de estar parada por alguns
instantes me incomoda. Quero encontrar esse sentimento,
esse sentido ou apenas um leve gosto doce.
lugares muito distantes, distante
de algumas ideias que me fazem
pensar de mais em alguns instantes.
Talvez esteja "me guardando pra quando
o carnaval chegar" e ele talvez nem chegue
mais.
Ando me perdendo e me encontrando
á cada embaralhada nas imagens do destino.
Hoje tive vontade de chorar e chorei, chorei
para poder aliviar alguma coisa presa dentro
de mim, os dias tem passado como dias bons,
dias de sol e mesmo assim sinto falta de sentir
alguma coisa.
Sinto falta de uma parte de mim que me da coragem
para levantar todas as vezes que caio, sinto um vazio
cortante invadindo minha solidão calada, sinto um leve
gosto de nada e a angustia de estar parada por alguns
instantes me incomoda. Quero encontrar esse sentimento,
esse sentido ou apenas um leve gosto doce.
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