Meus dedos ansiosos escorrem para escrita amiga...
O coração batendo forte de doer, ansioso de nascença...
Não tem nenhuma decência nas minhas memórias sujas...
Não existe paz onde meus olhos vêem dentro de minha
alma que clama outras almas, que elas estejam por perto
da minha...
Exite um silêncio necessário e ao mesmo tempo me sinto
ensurdecer com o barulho que teu corpo faz no meu...
Meus sonhos brincam de esconder meus olhos me embriagam
de imagens esfumaçadas e ilegíveis.
Me acalmo quando imagens da alma se mostram em cartas
de papel...
Me mordo de ódio porque o amor me ama mas meu, seu...
nada, nada aconteceu, nada acontece em alma de ninguém.
Apenas alguém que precisa dizer algumas palavras... Necessidade de leitores? Talvez não... fiquem a vontade...
quinta-feira, 2 de maio de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Incostada em uma mureta qualquer,
numa casa qualquer, com os olhos de
quem sofre de uma melancolia de três
da madrugada, com seus cabelos que
rebelam a rebeldia de dias felizes.
Mas o que alem teus olhos dizem?
Lagos negros, profundos de força
ativa...
Como posso devora-lá de uma vez?
Meu corpo não consegue se acostumar
a grandes distâncias do teu.
Meu olfato sempre aguçado se vicia
do cheiro seu.
Não sei se digo mais alguma meia duzia
de palavras pra aliviar a alma a flor da péle de
sentidos meus ou se me aqueto... me calo...
me procuro em outros lugares... Te vejo nos meus eus.
numa casa qualquer, com os olhos de
quem sofre de uma melancolia de três
da madrugada, com seus cabelos que
rebelam a rebeldia de dias felizes.
Mas o que alem teus olhos dizem?
Lagos negros, profundos de força
ativa...
Como posso devora-lá de uma vez?
Meu corpo não consegue se acostumar
a grandes distâncias do teu.
Meu olfato sempre aguçado se vicia
do cheiro seu.
Não sei se digo mais alguma meia duzia
de palavras pra aliviar a alma a flor da péle de
sentidos meus ou se me aqueto... me calo...
me procuro em outros lugares... Te vejo nos meus eus.
sábado, 13 de abril de 2013
O descontrole da minha alma se coloca
no espaço, explode sai de dentro de
minhas entranhas dilaceradas...
Meu corpo estremesse todo meu
ser que não consegue se concentrar...
O amor me joga no obscuro mais uma
vez...
Me sinto exausta, me sinto pouca não sinto
pois estou em um estado anestésico...
Meu cérebro já não consegue seguir uma
linha de raciocínio.. minhas lagrimas já
não conseguem se prender, se sustentar
escorrem pelo meu rosto livremente tentado
sanar um pouco dessa dor tão latente.
Hoje consigo entender que meu corpo não sabe,
não pode, não deve gostar de ninguém porque
não sabe, porque se perde, porque não consegue
separar amor de dor.
no espaço, explode sai de dentro de
minhas entranhas dilaceradas...
Meu corpo estremesse todo meu
ser que não consegue se concentrar...
O amor me joga no obscuro mais uma
vez...
Me sinto exausta, me sinto pouca não sinto
pois estou em um estado anestésico...
Meu cérebro já não consegue seguir uma
linha de raciocínio.. minhas lagrimas já
não conseguem se prender, se sustentar
escorrem pelo meu rosto livremente tentado
sanar um pouco dessa dor tão latente.
Hoje consigo entender que meu corpo não sabe,
não pode, não deve gostar de ninguém porque
não sabe, porque se perde, porque não consegue
separar amor de dor.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Curupira
Não esqueço, escrevo tudo
o que além das minhas raízes
podem ter memória...
Coisas não são escritas muito
menos lidas. São sentidas, sentinelas
estelares que voam de vagar, sentindo
a brisa tocar em suas latarias brilhantes.
Roupas brancas sujas de terra vermelha
no varal, porque a necessidade de expandir,
de se soltar de sair foi tanta, foi muita, foi solta.
o que além das minhas raízes
podem ter memória...
Coisas não são escritas muito
menos lidas. São sentidas, sentinelas
estelares que voam de vagar, sentindo
a brisa tocar em suas latarias brilhantes.
Roupas brancas sujas de terra vermelha
no varal, porque a necessidade de expandir,
de se soltar de sair foi tanta, foi muita, foi solta.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Os pés na grama verde,
o lago logo a frente, a
brisa que brinca contente.
O cheiro de alecrim.
O cheiro do manjericão.
O céu explodindo de azul
e o querido sol fortalecendo
em toda sua plenitude alguns
corações.
Cores, cheiros alguns sabores
adocicados na memória inquieta
na saudade esperta e na paciência
bondosa.
o lago logo a frente, a
brisa que brinca contente.
O cheiro de alecrim.
O cheiro do manjericão.
O céu explodindo de azul
e o querido sol fortalecendo
em toda sua plenitude alguns
corações.
Cores, cheiros alguns sabores
adocicados na memória inquieta
na saudade esperta e na paciência
bondosa.
sábado, 12 de janeiro de 2013
A respiração a dias esta inquieta...
Indecisa entre o céu e a terra...
As entranhas, revirando e revirando,
formando um tipo de daça circular
dentro daquele ser que já não consegue
se levantar.
Foi consumido por todas aquelas sensações
que se perdem entre delicias e delírios.
A lua a dias não me deixa respirar...
Simplesmente me invade com seu brilho
deixando um gosto tão bom que me
faz viciar, me faz leve e rasgada de sensações
de sentimentos imprecisos. E, ao mesmo tempo
que meu corpo é invadido e se deixa dançar, ele
se guarda em sua pequena caixa de pandora pois
o amor quando rapido chega e acerta em cheio, é como uma
flecha penetrando a carne, arde e machuca, amedronta os olhos
que vêem aquele liquido espeço escorrendo pelo corpo e pela
terra invadindo o universo.
Indecisa entre o céu e a terra...
As entranhas, revirando e revirando,
formando um tipo de daça circular
dentro daquele ser que já não consegue
se levantar.
Foi consumido por todas aquelas sensações
que se perdem entre delicias e delírios.
A lua a dias não me deixa respirar...
Simplesmente me invade com seu brilho
deixando um gosto tão bom que me
faz viciar, me faz leve e rasgada de sensações
de sentimentos imprecisos. E, ao mesmo tempo
que meu corpo é invadido e se deixa dançar, ele
se guarda em sua pequena caixa de pandora pois
o amor quando rapido chega e acerta em cheio, é como uma
flecha penetrando a carne, arde e machuca, amedronta os olhos
que vêem aquele liquido espeço escorrendo pelo corpo e pela
terra invadindo o universo.
Assinar:
Postagens (Atom)