O que fazer de um sábado sonoro aos anos 20?
Estou tão cansada de tanto tudo...
Poderei eu sair desse pequeno buraco onde me enfiei?
Alguém ai em cima me traz algumas novidades novas por favor.
Aqui em baixo esta um tédio a cada 10 interessantes coisas a se fazer.
E o champagne ainda nem foi servido a princesa de Mônaco.
Apenas alguém que precisa dizer algumas palavras... Necessidade de leitores? Talvez não... fiquem a vontade...
sábado, 29 de março de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
Obrigada a você que me expluiu de me lembrar
que de poesia minha vida já foi mais bem recheada....
Sim as palavras existem novamente, talvez para distrair
minha vontade de te conhecer um pouco mais, de saber
por ande andas essa gente do Teatro dai... Sim ai mesmo
do seu lado.
Obrigada por me lembrar que nãos nunca foram problemas
para quem não desiste, insistem em querer te mostrar essa dança
tão elaboradamente criada, e re - criada e desconstruída e termos
que nem afim de usar estou...
Nem bom nem ruim, o silêncio de minha boca não significa a desistência
do contato apenas espaço, espaço para o respiro de quem precisa de ar.
Sim acho que lhe falta um pouco de novos ares com direções diferentes
das que tem tomado por ai. Aceta tomar uma breja comigo?
que de poesia minha vida já foi mais bem recheada....
Sim as palavras existem novamente, talvez para distrair
minha vontade de te conhecer um pouco mais, de saber
por ande andas essa gente do Teatro dai... Sim ai mesmo
do seu lado.
Obrigada por me lembrar que nãos nunca foram problemas
para quem não desiste, insistem em querer te mostrar essa dança
tão elaboradamente criada, e re - criada e desconstruída e termos
que nem afim de usar estou...
Nem bom nem ruim, o silêncio de minha boca não significa a desistência
do contato apenas espaço, espaço para o respiro de quem precisa de ar.
Sim acho que lhe falta um pouco de novos ares com direções diferentes
das que tem tomado por ai. Aceta tomar uma breja comigo?
quinta-feira, 27 de março de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
Palavras jogadas ao vento, porque de vento
se faz combustões, combustões de dentro para fora...
De fora para dentro, as ordens se desprenderam de seu chicote...
Sinto minha carne descolar de meus ossos, como se conseguisse senti-las
individualmente em meu corpo, um pouco de pele eu pego com as peles das minha mãos...
Um tom de movimento, de ação, contrações, expansões por espaços diversos de almas desconhecidas...
Será que devo pular os muros da grande mansão branca?
Será que o casulo que te invade pode não ser grande de mais?
Me deixa invadir-te com minha dança, minhas tintas momentâneas, minha pesquisa onírica de corpos e almas.
Esbanje da felicidade é o que quero dizer a você que se enfia nas artes mas de arte vive teu coração? Tu tens tesão todos os dias ao levantar e viver a vida?
Pois eu sem tesão para viver, sem me apaixonar de vida até morrer não posso ser mais nada que um pássaro de asas quebradas a tinta preta escorrida pela pena branca, não deixe que ar te falte, ares na cabeça, Vá ao Teatro e depois mude seu destino para aqueles lugares que você nem sei.
se faz combustões, combustões de dentro para fora...
De fora para dentro, as ordens se desprenderam de seu chicote...
Sinto minha carne descolar de meus ossos, como se conseguisse senti-las
individualmente em meu corpo, um pouco de pele eu pego com as peles das minha mãos...
Um tom de movimento, de ação, contrações, expansões por espaços diversos de almas desconhecidas...
Será que devo pular os muros da grande mansão branca?
Será que o casulo que te invade pode não ser grande de mais?
Me deixa invadir-te com minha dança, minhas tintas momentâneas, minha pesquisa onírica de corpos e almas.
Esbanje da felicidade é o que quero dizer a você que se enfia nas artes mas de arte vive teu coração? Tu tens tesão todos os dias ao levantar e viver a vida?
Pois eu sem tesão para viver, sem me apaixonar de vida até morrer não posso ser mais nada que um pássaro de asas quebradas a tinta preta escorrida pela pena branca, não deixe que ar te falte, ares na cabeça, Vá ao Teatro e depois mude seu destino para aqueles lugares que você nem sei.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Nem amor, nem desamada,
apenas uma troca de olhares
em Novembro perdurando
até os dias de hoje em minha
memória, como esquecer seu
grandes olhos verdes que me
confundiram, fundiram meu cérebro
em azuis celestes.
Nem a distância tão distante que separa
nossos corpos, nosso tempo de se conhecer
fazem com que minha memória se esqueça
dos teus olhos penetrando os meus...
Não explico que sentimento é, como
veio e a que veio?
Só sei não posso saber de nada...
apenas uma troca de olhares
em Novembro perdurando
até os dias de hoje em minha
memória, como esquecer seu
grandes olhos verdes que me
confundiram, fundiram meu cérebro
em azuis celestes.
Nem a distância tão distante que separa
nossos corpos, nosso tempo de se conhecer
fazem com que minha memória se esqueça
dos teus olhos penetrando os meus...
Não explico que sentimento é, como
veio e a que veio?
Só sei não posso saber de nada...
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Os anos se passam rapidamente
deixando manchas de experiencias
vividas na toalha da mesa do jantar...
Pela estrada de terra escura vejo o
céu coberto de estrelas e na terra vaga-lumes
estão a voar...
Os anos se passam e os sentimentos amadurecem,
crescem para dimensões diferentes, sem correntes
deixei de me amarrar, amargar o doce da vida, deixei
de deixar que mel se fosse em bocas feridas, bocas mal
ditas...
Os anos se passam e com eles a dor nem tão doida é
mais, a tristeza de senhora se transforma em menina
birrenta e mimada que leva algumas palmadas pra aprender
cuidar das feridas com um pouco mais de alegria e sem pesar...
Os anos se passam e angustia da lugar a mesa para que
paciência possa se sentar por longo tempo... falando serena,
tranquila o que do mundo pode -se esperar e como o tempo
é apreçado e tenta fazer com que a alma não possa descansar.
Por mais que o tempo passe, ainda assim as manchas,
as grandes marcas na toalha de mesa da vida vão aparecer
e pra desespero da mamãe essas não vão dar pra lavar.
deixando manchas de experiencias
vividas na toalha da mesa do jantar...
Pela estrada de terra escura vejo o
céu coberto de estrelas e na terra vaga-lumes
estão a voar...
Os anos se passam e os sentimentos amadurecem,
crescem para dimensões diferentes, sem correntes
deixei de me amarrar, amargar o doce da vida, deixei
de deixar que mel se fosse em bocas feridas, bocas mal
ditas...
Os anos se passam e com eles a dor nem tão doida é
mais, a tristeza de senhora se transforma em menina
birrenta e mimada que leva algumas palmadas pra aprender
cuidar das feridas com um pouco mais de alegria e sem pesar...
Os anos se passam e angustia da lugar a mesa para que
paciência possa se sentar por longo tempo... falando serena,
tranquila o que do mundo pode -se esperar e como o tempo
é apreçado e tenta fazer com que a alma não possa descansar.
Por mais que o tempo passe, ainda assim as manchas,
as grandes marcas na toalha de mesa da vida vão aparecer
e pra desespero da mamãe essas não vão dar pra lavar.
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Mergulhada em estudos do inconsciente,
percebendo que ciente de mais em realidade
estou presente...
Ainda falta em minhas mãos as linhas que me levaram
além realidade no real...
Como chegar até as maçãs mais altas das macieiras?
Importante questão para quem de movimentos vive
suas construções de saltos lúdicos em terra de Hipnos
e Morfeu.
Esperança da estrela de oito pontas do meu oraculo
magico, sim exite magia e feitiços para chegar ao meu
cais interior, em todo mar exite escondido um tesouro
em que Piratas morreram por ele, deixando ali estabelecido
o contato do real com o feitiço do além mar que é para onde
tento levar meus impulsos inconscientes. Meus desejos mais
latentes.
percebendo que ciente de mais em realidade
estou presente...
Ainda falta em minhas mãos as linhas que me levaram
além realidade no real...
Como chegar até as maçãs mais altas das macieiras?
Importante questão para quem de movimentos vive
suas construções de saltos lúdicos em terra de Hipnos
e Morfeu.
Esperança da estrela de oito pontas do meu oraculo
magico, sim exite magia e feitiços para chegar ao meu
cais interior, em todo mar exite escondido um tesouro
em que Piratas morreram por ele, deixando ali estabelecido
o contato do real com o feitiço do além mar que é para onde
tento levar meus impulsos inconscientes. Meus desejos mais
latentes.
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