Acordo todos os dias todos
e você esta...
A fome vem e com ela você
me vem querendo almoçar...
Um café meu cérebro pediu,
você esta na cozinha passando
meu café cerebral...
A frente na acção, no coração
eu retrocedo em você de formas
minhas...
Mas ai já não posso ter, não
posso quereres diversos, divertidos...
Meu ciume é retraído, diluído em mim,
corroendo minhas entranhas e ao mesmo
tempo eu finjo não sentir o que é do meu
desejo.
Te vejo em acções que meu corpo não
aguenta mais guardar, querer me distanciar
de seus olhos que me penetram sem querer.
E meu cérebro nem te quer dentro de mim
mas aquela sensação que nem conheço mas
sei que me habita te quer pra ela sem entender
o que talvez seja melhor pra mim.
Isso tudo porque teu coração resolveu sem
saber que o meu coração não da certo pra você.
Ironias que estudos ficam calados no escuro.
Apenas alguém que precisa dizer algumas palavras... Necessidade de leitores? Talvez não... fiquem a vontade...
domingo, 23 de junho de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Preciso escrever alguma coisa
escrever alguma coisa que não parece distinta,
não parece clara...
Existe um pouco de tristeza e um pouco de alegrias
em pequenos instantes...
Preciso de musica para poder me por nos eixos para
que aquilo que esta a flor da pele seja tampado, seja isolado
para que assim dores maiores não se coloquem e possam vibrar
numa outra frequência para que o mar não apareça em ondas seguidas
sem que se possa respirar para o próximo mergulho que a vida dá...
escrever alguma coisa que não parece distinta,
não parece clara...
Existe um pouco de tristeza e um pouco de alegrias
em pequenos instantes...
Preciso de musica para poder me por nos eixos para
que aquilo que esta a flor da pele seja tampado, seja isolado
para que assim dores maiores não se coloquem e possam vibrar
numa outra frequência para que o mar não apareça em ondas seguidas
sem que se possa respirar para o próximo mergulho que a vida dá...
domingo, 5 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Meus dedos ansiosos escorrem para escrita amiga...
O coração batendo forte de doer, ansioso de nascença...
Não tem nenhuma decência nas minhas memórias sujas...
Não existe paz onde meus olhos vêem dentro de minha
alma que clama outras almas, que elas estejam por perto
da minha...
Exite um silêncio necessário e ao mesmo tempo me sinto
ensurdecer com o barulho que teu corpo faz no meu...
Meus sonhos brincam de esconder meus olhos me embriagam
de imagens esfumaçadas e ilegíveis.
Me acalmo quando imagens da alma se mostram em cartas
de papel...
Me mordo de ódio porque o amor me ama mas meu, seu...
nada, nada aconteceu, nada acontece em alma de ninguém.
O coração batendo forte de doer, ansioso de nascença...
Não tem nenhuma decência nas minhas memórias sujas...
Não existe paz onde meus olhos vêem dentro de minha
alma que clama outras almas, que elas estejam por perto
da minha...
Exite um silêncio necessário e ao mesmo tempo me sinto
ensurdecer com o barulho que teu corpo faz no meu...
Meus sonhos brincam de esconder meus olhos me embriagam
de imagens esfumaçadas e ilegíveis.
Me acalmo quando imagens da alma se mostram em cartas
de papel...
Me mordo de ódio porque o amor me ama mas meu, seu...
nada, nada aconteceu, nada acontece em alma de ninguém.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Incostada em uma mureta qualquer,
numa casa qualquer, com os olhos de
quem sofre de uma melancolia de três
da madrugada, com seus cabelos que
rebelam a rebeldia de dias felizes.
Mas o que alem teus olhos dizem?
Lagos negros, profundos de força
ativa...
Como posso devora-lá de uma vez?
Meu corpo não consegue se acostumar
a grandes distâncias do teu.
Meu olfato sempre aguçado se vicia
do cheiro seu.
Não sei se digo mais alguma meia duzia
de palavras pra aliviar a alma a flor da péle de
sentidos meus ou se me aqueto... me calo...
me procuro em outros lugares... Te vejo nos meus eus.
numa casa qualquer, com os olhos de
quem sofre de uma melancolia de três
da madrugada, com seus cabelos que
rebelam a rebeldia de dias felizes.
Mas o que alem teus olhos dizem?
Lagos negros, profundos de força
ativa...
Como posso devora-lá de uma vez?
Meu corpo não consegue se acostumar
a grandes distâncias do teu.
Meu olfato sempre aguçado se vicia
do cheiro seu.
Não sei se digo mais alguma meia duzia
de palavras pra aliviar a alma a flor da péle de
sentidos meus ou se me aqueto... me calo...
me procuro em outros lugares... Te vejo nos meus eus.
sábado, 13 de abril de 2013
O descontrole da minha alma se coloca
no espaço, explode sai de dentro de
minhas entranhas dilaceradas...
Meu corpo estremesse todo meu
ser que não consegue se concentrar...
O amor me joga no obscuro mais uma
vez...
Me sinto exausta, me sinto pouca não sinto
pois estou em um estado anestésico...
Meu cérebro já não consegue seguir uma
linha de raciocínio.. minhas lagrimas já
não conseguem se prender, se sustentar
escorrem pelo meu rosto livremente tentado
sanar um pouco dessa dor tão latente.
Hoje consigo entender que meu corpo não sabe,
não pode, não deve gostar de ninguém porque
não sabe, porque se perde, porque não consegue
separar amor de dor.
no espaço, explode sai de dentro de
minhas entranhas dilaceradas...
Meu corpo estremesse todo meu
ser que não consegue se concentrar...
O amor me joga no obscuro mais uma
vez...
Me sinto exausta, me sinto pouca não sinto
pois estou em um estado anestésico...
Meu cérebro já não consegue seguir uma
linha de raciocínio.. minhas lagrimas já
não conseguem se prender, se sustentar
escorrem pelo meu rosto livremente tentado
sanar um pouco dessa dor tão latente.
Hoje consigo entender que meu corpo não sabe,
não pode, não deve gostar de ninguém porque
não sabe, porque se perde, porque não consegue
separar amor de dor.
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